sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Trabalho para o Botafogo - Ludmilla e Flávia






As meninas Ludmilla e Flávia apresentando o trabalho de pesquisa consistente que fizeram para o cliente real Botafogo (CFRB).


Belo trabalho!


Campanha para a Heineken

O planejamento de campanha para a Heineken foi defendido com muita garra pelas alunas Nathany, Camilla e Morgana.

Experiência única e sensação de dever cumprido... vamos que vamos!

Durante todo o Intercom em SP, a galera da UFF formou uma torcida bonita e apoiou seus colegas do começo ao fim do evento.

Na foto, Pedro, Heitor e Allan prestigiando a apresentação de seus colegas!


Gisele e Luíse se apresentando - 2º lugar no Regional!

As alunas Gisele e Luíse apresentaram com entusiasmo o ótimo Planejamento de Comunicação Integrada, que ficou em 2º lugar na etapa Regional!

Meninas, PARABÉNS!

Pedro Gabriel na etapa nacional


O aluno Pedro Gabriel, vencedor da etapa regional, se preparando para apresentar seu cartaz na etapa nacional em Pernambuco, que ocorreu em setembro.

As alunas de Publicidade Illa e Lara


As alunas Lara e Illa apresentando a Campanha realizada para o cliente real - a ABP.



Bela Campanha, meninas!

Pedro Gabriel - Um dos vencedores da etapa regional



Ao lado, o aluno Pedro Gabriel apresentando seu cartaz vencedor da etapa regional.


Parabéns, Pedro!

Conheça o que a aluna Luíse Bello tem a dizer sobre sua participação no Expocom!


Veja abaixo a entrevista da aluna do sétimo período Luíse Bello e saiba como é a experiência de participar do Expocom.

Nome: Luíse do Santos Bello
Idade: 22 anos
Período:
Dupla: Gisele Ripardo
Categoria: Comunicação Integrada. Alcançando a segunda colocação na etapa regional.


Como você ficou sabendo do Intercom?


Através da queridíssima professora Patrícia Saldanha, que segurou a nossa mão da inscrição até São Paulo.


O que te motivou a participar do congresso?


Primeiramente o fato de termos um trabalho forte, que já havia vencido a concorrência em sala promovida pela profª Patrícia, com um cliente externo. Isso me deixou muito segura de inscrever o trabalho, com esperança de realmente conseguir alguma coisa. Fora isso, eu queria viver essa experiência de que tanto já tinha ouvido falar; de ir para o Intercom, apresentar trabalho, pessoas de outros lugares...festa legais. Mas inegavelmente, o apoio da Patrícia e o incentivo foram o motorzinho que transformaram essas vontades em uma realidade, com inscrição feita, passagem na mão, quarto de hotel, metrô de São Paulo...


Quais foram as principais dificuldades para se inscrever e participar do congresso?


Não senti dificuldade, o processo foi muito claro. Como todas da turma estavam no mesmo pique, trocávamos notícias e informações sobre datas e tudo mais. Mas confesso que quem enviou o trabalho foi a minha dupla ( Gisele Ripardo) e eu lembro de que houve algum problema na hora do envio. Mas a equipe do Intercom foi super prestativa e resolveu tudo!


Qual a importância para um aluno de graduação participar do congresso?


É essencial. Eu sinto que na graduação da UFF temos uma resistência muito forte por parte dos alunos, ao mundo acadêmico, o que é um erro. Acredito que isso não aconteça só na nossa faculdade e curso, mas essa é a experiência que tenho, não posso falar pelos outros. Enfim, com essa fome de entrar no mercado, as pessoas deixam de exercitar sua capacidade de realizar trabalhos interessantes e exibí-los, apenas porque isso, à primeira vista, não vai ajudar ninguém a conseguir um estágio em uma grande agência. Mas a experiência de estar no Intercom é indescritível. Participei só de uma regional e estou falando assim, imagina como é no nacional? Pessoas de todo lugar do país trocando experiências, exibindo seus projetos, mostrando seu valor. Aprendi muito e passei a respeitar esse mundo, e a ter muita vontade de viver em congressos para o resto da vida. Em suma, um aluno de graduação num congresso é, nas palavras de Fábio Jr. "Como se fosse uma gota d'água descobrindo que é o mar azul".


Muitas pessoas dizem que o Expocom é relevante apenas se o aluno tiver interesse em seguir carreira acadêmica. Como você vê essa informação?


Isso é uma tremenda bobagem. Primeiro porque o Expocom é para quem está na graduação e, nesse momento, quer você queira ou não, você está na academia. A diferença é que seus trabalhos são vistos apenas por seus colegas e professores. Quando você participa de um Expocom ou Intercom, alunos e mestres de todo o Brasil conhecerão o seu trabalho e você terá reconhecimento por ele. Afinal, existe uma seleção prévia e, se você está ali, já significa que alguém viu algo de bom no que você inscreveu. Sair da faculdade com essa experiência, essa bagagem, com certeza faz diferença.


Como você acha que o mercado enxerga a participação em um congresso acadêmico?


Infelizmente, com menos valor do que deveria. Em publicidade não se pode dizer que o mercado realmente se importe com quantos artigos você já emplacou no Intercom. Afinal, uma indicação, um portfólio legal ou um pouco de experiência na área, na maioria dos casos, falam mais alto. Porém, falta conteúdo a muitos profissionais que são jogados na roda viva do mundo publicitário. Nesse ponto, o mercado inicialmente pode absorver muita gente que nunca se envolveu com congressos, mas quem pensa na publicidade de maneira macro, quem já escreveu artigos, teses e projetos com embasamento teórico e argumentação fundada em conceitos de grandes pensadores, tem muito mais capacidade de ter uma carreira forte e consolidada do que aqueles que se deixam levar de agência em agência, job em job, sem enxergar a carreira em toda a sua longevidade e os seu oficio de maneira crítica. No mundo atual, carreira de jogador de futebol, modelo e publicitário estão fadadas a terminar cedo. Aos 40 anos você está velho e engessado, permanecer na crista da onda requererá um esforço descomunal, enquanto jovens com mentes frescas e criados com iPads ( um dia isso vai ficar velho também) estarão muito à sua frente. Por isso, é importante consolidar seu conhecimento e não ser mais um pião na agência, mas um comunicador com conteúdo e visão.


Como você enxerga o apoio dado pela universidade aos alunos participantes do congresso?


Ele existe. Sim, ele existe! Está lá, mas ainda é pequeno. Muito pequeno perto do verdadeiro apoio que os alunos poderiam receber. A parte prática é relativamente simples e, nesse ponto, somos assessorados. No nosso caso a UFF disponibilizou uma van para os alunos e a maioria fez uso dela para chegar a São Paulo. Mas só isso não basta. Os demais professores praticamente não se envolveram com esse processo de participar do Intercom ou não, para muitos dos mestres e alunos, não quer dizer nada. Você chega na faculdade, depois de viver essa aventura e só recebe um "nossa que legal". Aposto que muitos professores nem ficaram sabendo de nada, nem que fomos, nem que temas falamos. Não dá para o curso de publicidade da UFF ter nome além de sua fama de mídia, máfia de mídia, etc, se não mostrar que consegue mais que isso para outros faculdades, mestres e graduados. Ninguém conhece nem a nossa faculdade direito! Os alunos até se esforçam, mas são poucos e fica difícil "carregar tudo" sozinhos, com turmas diferentes a cada ano. Todo nosso mérito no Intercom se deve unicamente à professora Patrícia Saldanha. Outros professores falam, mas escrever mesmo, só ela escreveu.


Como se deu o apoio dos professores à participação no congresso?


Que eu me lembre, de publicidade, só a a Patrícia realmente nos apoiou, inclusive com sua presença. O professor de fotografia Rômulo também estava lá acompanhando um só aluno, e acabou nos dando a maior força, viu algumas apresentações, fotografou, foi muito bacana.


No congresso, os alunos além de exporem seus trabalhos, tem a oportunidade de trocar experiências com estudantes de diversas universidades do país. O que você achou dessa experiência?


Isso é bem legal! Conversei com pouca gente, mas todo mundo é legal e o clima é ótimo. Não cheguei a trocar contato com outros estudantes e nem fui a festas por lá, só com o povo da UFF mesmo. Ver os trabalhos dos outros é super interessante! Dá uma sensação de "não estamos sós!". E você vê que tem gente boa, tem gente ruim, tem gente que intimida e tem gente que dá dó de ver. Isso é bom para você sentir como VOCÊ está em relação aos outros e ao que tem por aí. Um lado ótimo é interagir com as pessoas da própria UFF. Pudemos conhecer e nos aproximar de pessoas que só conhecíamos superficialmente. Valeu a pena.


Qual é o nível dos trabalhos apresentados? Você acredita que os estudantes da UFF estão preparados para participar do congresso?


Os alunos da UFF estão preparadíssimos, mas não tem interesse em nada que não tenha a palavra agência no meio, o que é uma pena. A participação dos alunos da UFF em concursos que valem um estágio é uma boa maneira de ver para onde eles dedicam sua atenção. O esforço de participar tem que ser compensado com uma vaga em agência. De resto, nada feito. Infelizmente muitos trabalhos incríveis morrerão no CR de alunos que não terão ajudado em nada a fortalecer o nome da universidade.


Como foi a experiência de apresentar o trabalho para a banca. Qual era o diferencial do seu trabalho perante os demais? Você se sentiu preparada para aquela situação?


Como eu já disse, nosso trabalho era forte, tínhamos muita confiança nele. Mas até chegar a momentos antes da apresentação, eu estava pilhada com a viagem, hotel, São Paulo, encontrar o lugar, pegar o crachá, enfim, a maratona de coisas que possibilitariam a minha chegada ao Intercom. Mas depois que tudo estava resolvido, foi chegando a hora de encarar a banca e a barriga foi gelando. O apoio dos amigos nessa hora foi essencial. Ver aquele rostinhos conhecidos em meio a tantos outros intimidantes, me ajudou a permanecer tranquila e confiante para apresentar. Eu e Gisele treinamos um pouco e nossa preocupação foi o tempo, porque nós falamos demais, mas conseguimos fazer uma boa apresentação e ainda sobraram alguns minutos...


No geral, na sua opinião, o que agregou para você ter participado do projeto?


Muita coisa! Hoje sei que existe um mundo muito legal onde as pessoas são valorizadas por seus trabalhos acadêmicos, muito além da nota final que ele recebe. Como aluna, aprendi que os projetos da faculdade devem ser levados a sério e sempre olhados com "maldade": será que devo inscrevê-lo no Intercom? Como profissional, me estimulou a continuar estudando e a tentar agregar novas idéias à publicidade, contribuir de alguma forma para o pensamento crítico do mercado. Já penso em apresentar a minha monografia por lá ano que vem...








Lucas Teixeira - Vencedor da Etapa Regional


Confira abaixo, a entrevista com Lucas Teixeira, ex-aluno da UFF e vencedor da etapa regional do Expocom.


Como você ficou sabendo do Expocom?


No primeiro período, através do profº Adilson, quando cursava a disciplina Seminários I.


O que te motivou a participar do Expocom?


A experiência de apresentar o seu trabalho em um outro nível acadêmico.


Quais foram as principais dificuldades para se inscrever e participar do congresso?


Faltaram informações sobre o que precisava, quais documentos entregar, quais formatos, em qual categoria se inscrever, os prazos e etc.


Qual a importância para um aluno de graduação participar do Expocom?


Acho que é uma baita experiência de apresentação, de convivência e de produção.


Muitas pessoas dizem que o Expocom é relevante apenas se o aluno tiver interesse em seguir carreira acadêmica. Como você vê essa informação?


Concordo em grande parte, pois o mercado publicitário não valoriza.


Como você enxerga o apoio dado pela UFF aos alunos participantes do congresso?


Nas duas etapas regionais que eu participei, o apoio foi zero. É bom quando o resultado é bom. Muito mais para os professores até.


Como se deu o apoio dos professores à participação no congresso?


Total.


No congresso, os alunos além de exporem seus projetos, tem a oportunidade de trocar experiências com estudantes de diversas universidades do país. O que você achou dessa experiência?


Extremamente agregadora, muito boa e enriqueceu a experiência do congresso.


Qual é o nível dos trabalhos apresentados? Você acredita que os estudantes da UFF estão preparados para participar do congresso?


O nível em muitas categorias é alto e os estudantes da UFF estão absolutamente em um alto grau de qualidade.


Você participou de uma dupla que ganhou a etapa regional, no Espírito Santo, correto? Qual categoria vocês concorreram? Como foi essa experiência e qual era o diferencial do trabalho perante os demais?


Sim, ganhei a etapa regional na categoria. A experiência é boa como congresso, mas a sensação de ganhar é entusiasmante. Tivemos uma boa apresentação, mas eram muitos trabalhos, não sabíamos exatamente em que nível o nosso estava, mas tínhamos certeza que disputaríamos os primeiros lugares.


No geral, na sua opinião, o que agregou para você enquanto aluno e profissional ter participado do projeto?,


Como aluno foi a finalização de uma etapa do trabalho apresentado e a recompensa pelo estudo e esforço dispensado. Como profissional, não mudou nada.




Luciano - Vencedor da etapa Regional




O aluno Luciano, do curso de Jornalismo, apresentando seu trabalho fantástico de Fotografia. Asala ficou lotada e o resultado foi o 1º lugar no Regional!

Parabéns!

Confira o que a aluna Gisele Ripardo tem a dizer sobre a sua experiência no Intercom!


Veja abaixo a entrevista da estudante da UFF Gisele Ripardo, e confira o que ela tem a dizer sobre a experiência de participar do Intercom.

Nome: Gisele Ripardo
Idade: 21
Período: 7º
Dupla: Luíse Bello
Categoria Disputada: Planejamento de comunicação integrada.

Como você fiquei sabendo do Intercom / Expocom?



- Fiquei sabendo através da professora Patrícia Saldanha, que, por sinal, foi uma entusiasta do projeto e incentivou muito a turma para participar.

O que te motivou a participar do Intercom / Expocom?




-A professora Patrícia, em uma disciplina ministarda por ela no período anterior ( Planejamento de campanha). Não só eu e a minha dupla, como toda turma, fizemos um trabalho muito complexo ( no sentido de ser um trabalho complexo, extenso e real, pois foi para ABP). Então a professora comentou sobre o Expocom e falou que todos que participaram do projeto de aula, e que quisessem deveriam se inscrever, pois valeria muito a pena, afinal, viajaríamos com a turma, iriamos aprender a nos portar e a apresentar trabalho para um juri e teríamos uma experiência acadêmica em nosso currículos. Além do fato de termos chances de ganhar! Por conta deses motivos, aceitei participar do congresso. Até porque nada a perder, uma vez que o trabalho já havia sido feito. A única coisa que deveríamos fazer do zero, era o paper que era maio ou menos um resumo do trabalho e como ele foi feito. Para os jurados terem uma idéia do que iriam julgar.



Quais foram as principais dificuldades para se inscrever e participar do congresso?




- Não me lembro de difuculdade, porque a professora nos deu total suporte. O único probleminha que ocorreu foi que na hora de enviar o trabaho, deu um problema na rede e não conseguimos! Mas conversamos com a profª Patrícia e ela nos passou o contato da pessoa responsável e pudemos enviar o trabalho anexado por e-mail.


Qual a importância para um aluno de graduação participar de um congresso com esse?



- Acredito que toda experiência acadêmica é válida, pois sempre é um aprendizado. É bom pelo menos conhecer esse lado, ver o que os outros alunos de outras faculdades e de outros estados estão produzindo, até para poder fazer uma avaliação sobre a sua instituição. Além de ser uma forma de você praticara sua apresentação, e isso é importante em qualquer área que a pessoa decida atuar.


Muitas pessoas dizem que participar do Intercom / Expocom é relevante apenas se o aluno tiver interesse em seguir carreira acadêmica. Como você vê essa informação?



- Acho um pensamento meio limitador, porque a pessoa está na faculdade para aprender, e essa experiência também é um aprendizado. Acho que essa é a melhor forma de encarar esse congresso. Fora que essa experiência entra no curículo, pode não parecer nada, mas pelo menos é uma produção que você fez e, para ser escolhida para apresentar, precisou ser julgada e concorreu com outros estudantes de toda a região sudeste (no meu caso). Isso é um motivo do qual se orgulhar!


Como você acha que o mercado enxerga a participação em um congresso acadêmico?



- Bem, acho que para quem quer trabalhar em agência, esse tipo de experiência talvez não conte muito para você entrar, não vai ser o diferencial numa entrevista. Por outro lado, num ambiente corporativo, acho que isso pode até não ser o que vai garantir a vaga, mas com certeza vai fazer com que os outros empregados te vejam com outros olhos, vejam que você tem valor, te respeitem. Fora que acho que a pessoa também tem que pensar a longo prazo, hoje quer a agência, mas amanhã pode querer uma rotina de trabalho menos agitada e optar pelo mercado acadêmico, e aí sim, essa experiência contará muito.



Como você enxerga o apoio dado peli Universidade ao alunos participantes do congresso?



A UFF cedeu uma van, o que foi bom, já que não paguei passagem de ida e volta. Porém, depois de conversar com alunos de outras faculdades do Rio, soube que a Universidade deu passagem de ônibus e a hospedagem. Então acho que o suporte da UFF poderia melhorar um pouco mais, ser igual a das outras universidade.
Como se deu o apoio dos professores à participação no congresso?



- Os professores apoiaram bastante. Além da professora Patrícia ( Saldanha), professores de outros cursos divulgaran o congresso para seus alunos e orientaram alguns. A dedicação foi tante que a profª Patrícia e o profº Rômulo viajaram com a gente. O Rômulo, professor de fotografia, até tirou umas fotos das apresentações dos alunos. Os outros professores do curso de publicidade também apoiaram e ficaram orgulhosos com os resultados!



No congresso, os alunos além de exporem seus trabalhos, tem a oportunidade de trocar experiências com estudantes de diversas universidades do país. O que você achou dessa experiência?

- Legal, até porque dá para ver seu nível em relação aos outros.




Qual é o nível dos trabalhos apresentados? Você acredita que os estudantes da UFF estão preparados para participar do congresso?



estamos preparados! Como a nossa região é a sudeste, acredito que eram as do grupos mais fortes. A impressão que eu tive foi que os participantes das outras universidades, principalmente dos outros estados,tinham mais experiência em eventos acadêmicos, mais postura na hora de apresentar.



Como foi a experiência de apresentar o trabalho para a banca. Qual era o diferencial do seu trabalho perante os demais? Você se sentiu preparada para aquela situação?




Sim, a gente treinou bastante. A apresentação tinha que ter no máximo 15 minutos, não me recordo extamente, mas tinha um tempo limite. Então precisávamos praticar para adptar o planejamento extenso dentro do limite de tempo da apresentação. O nosso diferencial era o fato do nosso trabalho ter sido feito e já apresentado para um cliente real e de peso, a Associação Brasileirs de Publicidade.

No geral, na sua opinião, o que agregou para você ter participado do projeto?




Como aluna, o principal foi a experiência de turma, primeira viagem que fizemos juntas. Como profissional, eu atualizei o meu currículo e mencionei que havia apresentado o trabalho em dupla. E esse item não passa despercebido nas entrevistas.