
Veja abaixo a entrevista da estudante da UFF Gisele Ripardo, e confira o que ela tem a dizer sobre a experiência de participar do Intercom.
Nome: Gisele Ripardo
Idade: 21
Período: 7º
Dupla: Luíse Bello
Categoria Disputada: Planejamento de comunicação integrada.
Como você fiquei sabendo do Intercom / Expocom?
- Fiquei sabendo através da professora Patrícia Saldanha, que, por sinal, foi uma entusiasta do projeto e incentivou muito a turma para participar.
O que te motivou a participar do Intercom / Expocom?
-A professora Patrícia, em uma disciplina ministarda por ela no período anterior ( Planejamento de campanha). Não só eu e a minha dupla, como toda turma, fizemos um trabalho muito complexo ( no sentido de ser um trabalho complexo, extenso e real, pois foi para ABP). Então a professora comentou sobre o Expocom e falou que todos que participaram do projeto de aula, e que quisessem deveriam se inscrever, pois valeria muito a pena, afinal, viajaríamos com a turma, iriamos aprender a nos portar e a apresentar trabalho para um juri e teríamos uma experiência acadêmica em nosso currículos. Além do fato de termos chances de ganhar! Por conta deses motivos, aceitei participar do congresso. Até porque nada a perder, uma vez que o trabalho já havia sido feito. A única coisa que deveríamos fazer do zero, era o paper que era maio ou menos um resumo do trabalho e como ele foi feito. Para os jurados terem uma idéia do que iriam julgar.
Quais foram as principais dificuldades para se inscrever e participar do congresso?
- Não me lembro de difuculdade, porque a professora nos deu total suporte. O único probleminha que ocorreu foi que na hora de enviar o trabaho, deu um problema na rede e não conseguimos! Mas conversamos com a profª Patrícia e ela nos passou o contato da pessoa responsável e pudemos enviar o trabalho anexado por e-mail.
Qual a importância para um aluno de graduação participar de um congresso com esse?
- Acredito que toda experiência acadêmica é válida, pois sempre é um aprendizado. É bom pelo menos conhecer esse lado, ver o que os outros alunos de outras faculdades e de outros estados estão produzindo, até para poder fazer uma avaliação sobre a sua instituição. Além de ser uma forma de você praticara sua apresentação, e isso é importante em qualquer área que a pessoa decida atuar.
Muitas pessoas dizem que participar do Intercom / Expocom é relevante apenas se o aluno tiver interesse em seguir carreira acadêmica. Como você vê essa informação?
- Acho um pensamento meio limitador, porque a pessoa está na faculdade para aprender, e essa experiência também é um aprendizado. Acho que essa é a melhor forma de encarar esse congresso. Fora que essa experiência entra no curículo, pode não parecer nada, mas pelo menos é uma produção que você fez e, para ser escolhida para apresentar, precisou ser julgada e concorreu com outros estudantes de toda a região sudeste (no meu caso). Isso é um motivo do qual se orgulhar!
Como você acha que o mercado enxerga a participação em um congresso acadêmico?
- Bem, acho que para quem quer trabalhar em agência, esse tipo de experiência talvez não conte muito para você entrar, não vai ser o diferencial numa entrevista. Por outro lado, num ambiente corporativo, acho que isso pode até não ser o que vai garantir a vaga, mas com certeza vai fazer com que os outros empregados te vejam com outros olhos, vejam que você tem valor, te respeitem. Fora que acho que a pessoa também tem que pensar a longo prazo, hoje quer a agência, mas amanhã pode querer uma rotina de trabalho menos agitada e optar pelo mercado acadêmico, e aí sim, essa experiência contará muito.
Como você enxerga o apoio dado peli Universidade ao alunos participantes do congresso?
A UFF cedeu uma van, o que foi bom, já que não paguei passagem de ida e volta. Porém, depois de conversar com alunos de outras faculdades do Rio, soube que a Universidade deu passagem de ônibus e a hospedagem. Então acho que o suporte da UFF poderia melhorar um pouco mais, ser igual a das outras universidade.
Como se deu o apoio dos professores à participação no congresso?- Os professores apoiaram bastante. Além da professora Patrícia ( Saldanha), professores de outros cursos divulgaran o congresso para seus alunos e orientaram alguns. A dedicação foi tante que a profª Patrícia e o profº Rômulo viajaram com a gente. O Rômulo, professor de fotografia, até tirou umas fotos das apresentações dos alunos. Os outros professores do curso de publicidade também apoiaram e ficaram orgulhosos com os resultados!
No congresso, os alunos além de exporem seus trabalhos, tem a oportunidade de trocar experiências com estudantes de diversas universidades do país. O que você achou dessa experiência?
Qual é o nível dos trabalhos apresentados? Você acredita que os estudantes da UFF estão preparados para participar do congresso?
estamos preparados! Como a nossa região é a sudeste, acredito que eram as do grupos mais fortes. A impressão que eu tive foi que os participantes das outras universidades, principalmente dos outros estados,tinham mais experiência em eventos acadêmicos, mais postura na hora de apresentar.
Como foi a experiência de apresentar o trabalho para a banca. Qual era o diferencial do seu trabalho perante os demais? Você se sentiu preparada para aquela situação?
Sim, a gente treinou bastante. A apresentação tinha que ter no máximo 15 minutos, não me recordo extamente, mas tinha um tempo limite. Então precisávamos praticar para adptar o planejamento extenso dentro do limite de tempo da apresentação. O nosso diferencial era o fato do nosso trabalho ter sido feito e já apresentado para um cliente real e de peso, a Associação Brasileirs de Publicidade.
No geral, na sua opinião, o que agregou para você ter participado do projeto?
Como aluna, o principal foi a experiência de turma, primeira viagem que fizemos juntas. Como profissional, eu atualizei o meu currículo e mencionei que havia apresentado o trabalho em dupla. E esse item não passa despercebido nas entrevistas.
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